sexta-feira, 22 de fevereiro de 2013

Bebe o Inimigo Leite?

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Basta olharmos os carros de compras do supermercado, e vemos paletes de leite a serem compradas.
Pode ser benéfico para a industria do leite, não o é para o nosso corpo.
E, bebe-se leite, iogurtes, manteiga e queijo, tudo leite.
Bebe-se, engolimos e agora?

Oiça o que tem a dizer a medica cirurgiã plástica Katia Haranaka sobre o leite e no segundo vídeo, a opinião da Nutricionista Denise Carreiro:

quarta-feira, 20 de fevereiro de 2013

Curcuma - Uma especiaria "Anti-Doença"



Botanicamente a Curcuma, pertence à familia de Zingiberacea, onde se inclui também o gengibre e o cardamomo.
É usada na India à 6000 anos, como medicamento, cosmético, tempero e corante.
A sua cor dourada foi utilizada para tingir as vestes dos Budistas, e para os Indianos ela é símbolo de prosperidade e um meio de purificação de todo o corpo.

Contém centenas de componentes, com mais de 300 atividades biológicas diferentes, no entanto as investigações têm-se concentrado principalmente num deles - a CURCUMINA.

A Curcumina, é o principal componente biológico ativo da Curcuma. É extraída e concentrada e com ela têm sido realizados varios estudos que comprovam as suas propriedades medicinais num grande numero de doenças.

A curcumina é um poderoso antioxidante, pois além de prevenir a formação de radicais livres, também é capaz de neutralizar os já existentes.

Tem mostrado grande eficácia no re-equilíbrio da saúde, pelas suas atividades Anti-coagulantes, Anti-trombóticas, Anti-Hipertensivas, Anti-inflamatórias, Anti-diabéticas,...assim como anti-viral e hepatoprotetora.
O seu poder antioxidante é 300 vezes maior do que a Vitamina E, mais eficaz do que a Vitamina C, protege o ADN da peroxidação lipídica com uma percentagem de 85%, em comparação com 50% para o Betacaroteno.
 Estes atributos já eram conhecidos pela Medicina Ayurvédica, mas foram confirmados pela ciência.

O primeiro estudo com esta "especiaria - remedio" remonta aos anos 70, quando um grupo de investigadores colocaram curcuma em contato com culturas de células e para sua surpresa, conseguem bloquear A TNF ( Factor de Necrose Tumoral). Consequente foram capazes de demonstrar que a Curcumina tinha capacidade para inibir a inflamação e impedir a replicação e disseminação de células cancerígenas.

Desde de então, centenas de estudos foram realizados, e de acordo com eles a curcumina pode ser útil em pelo menos 8 Tumores: Pulmão, da boca, do colon, fígado, pele, rim, de cancro de mama e leucemia.
Foram descritos vários mecanismos de ação da curcumina na actividade Anti-Tumoral:
- Inibe a proliferação das células do tumor
- Induz a apoptose ( uma forma de morte celular)
- Inibe a formação de vasos sanguíneos que alimentam o tumor
- Inibe a capacidade de metastasiar
- Suprime a inflamação

A Curcuma em vários tipos de Cancro

Leucemia Infantil - estudos mostram que a incidência de leucemia infantil na Europa é mais alta que na Ásia, de acordo com os pesquisadores da Universidade de Loyola em Chicago. Para eles, esta diferença deve-se ao efeito protetor da Curcuma que é amplamente usada na culinária Asiática. A ação antioxidante desta especiaria protege o ADN de danos causados tanto por produtos químicos ambientais  como por químicos existentes na comida processada.

Por outro lado, em experiencias laboratoriais, a curcumina foi capaz de inibir a crescimento de células leucémicas.
As crianças asiáticas tiram proveito desta especiaria desde de sempre, pois os princípios  terapêuticos passam de mãe para filho através do leite materno.

Cancro de Mama - em alguns estudos mostraram que a curcumina reduziu muito a propagação metastática do Cancro de mama.
Acredita-se que a Curcuma pode ser util no Cancro de Mama através de três mecanismos:
-  Redução do efeito do estrogénio.
- Regulação dos receptores hormonais, ou seja torna-os menos sensíveis.
- Inibição da COX-2, uma enzima que desempenha um papel fundamental na iniciação e propagação do cancro. A COX-2 tem uma longa lista de efeitos negativos: estimula a divisão das células cancerosas, previne a morte celular, estimula o crescimento de novos vasos sanguíneos em todo o tumor, o que facilita a difusão de metástases.

Cancro De Colon - O efeito positivo da Curcuma sobre este Cancro tem sido demonstrado por estudos de laboratório.
Recentemente, tem-se provado que a curcumina tem uma ação especifica sobre a neurotensina, hormona gastrointestinal intimamente ligada  à produção de uma proteína envolvida na génese inflamatória e metástases do cancro do colon. Cerca de um terço dos casos de cancro do colon têm receptores para a hormona. 
Segundo pesquisadores a curcumina pode ser uma ajuda eficaz na prevenção e tratamento deste tipo de cancro.

Por exemplo, tomando como modelo ratos transgénicos que desenvolvem espontaneamente pólipos no trato gastrointestinal, um importante factor de risco para o cancro do colon, a administração de curcumina foi capaz de bloquear de forma significativamente o desenvolvimento destes pólipos, impedindo que degenerassem em tumores próprios.
 Isto indica que uma dieta com curcuma em pessoas afetadas por pólipos, pode ajudar estes a não degenerarem em cancro.

Cancro de Pâncreas - Com base em estudos de laboratório, os pesquisadores estão confiantes de que a curcumina pode ser útil na prevenção e até mesmo no tratamento deste tipo de cancro agressivo.

Melanoma - estudos laboratoriais demonstraram que a curcumina leva à apoptose, uma espécie de suicídio celular das células do melanoma.

Cancro do Pulmão - Foram demonstrados efeitos positivos da curcumina sobre células tumorais in vitro.

Cancro do Fígado - Foram demonstrados efeitos positivos da curcumina sobre células tumorais in vitro.

Cancro do Colo do Útero - Um pesquisador indiano do Instituto de Citologia e Oncologia Preventiva, descobriu que a curcumina protege contra o vírus do papiloma humano (HPV) que pode causar cancro do colo do útero. O vírus HPV precisa de algumas proteínas virais produzidas nas células do corpo, para ser capaz de atuar rapidamente. A curcumina impede a ligação destas proteínas com os vírus epiteliais. Estão em andamento ensaios clínicos com mulheres.

Cancro de Próstata - Na India é onde se produz mais curcuma, onde é mais consumida, e é o pais com menor incidência de Cancro de Prostata.
De acordo com o que lemos no jornal Cancer Research, um grupo de investigadores da universidade de Rutgers com sede em Nova Jersy, a Curcuma tem uma ação importante na prevenção e no tratamento do cancro de prostata. O seu efeito protetor fica muito evidente quando ele é associado com isotiocianato de fenetilo, uma substancia encontrada em alguns vegetais como brócolos, agrião, couve-flor, repolho.

Curcuma em varias doenças
Artrite - a artrite é uma doença de natureza inflamatória. A curcumina provou ser um potente anti-inflamatório, tanto consumido internamente como aplicado topicamente.

Na Doença de Crohn - Tomada via oral mostrou possuir atividade contra esta doença.

Psoríase - A psoríase é outra doença de natureza inflamatória. Dados relevantes, tanto em animais como em humanos indicam que a curcumina é muito eficaz contra a psoríase, quando aplicada topicamente na pele.



 Como Usar?
Pode complementar a sua alimentação com 1 ou 2 colheres de chá por dia. Adicionar a um prato no final do seu cozimento, no iogurte, num molho, num arroz branco, num queijo fresco, etc...




Atenção: O FDA americano, classifica a Curcuma de Segura, no entanto as mulheres gravidas, pessoas com distúrbios hemorrágicos ou com cálculos biliares não devem fazer uso continuado dela.



terça-feira, 19 de fevereiro de 2013

"Remedio" para os afrontamentos da Menopausa

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Menopausa não é uma doença.
É uma etapa da vida da mulher, na qual seus ovários deixam de fabricar hormonas entre elas o estrogénio e a progesterona e surgem os sintomas associados à menopausa, como os "famosos" afrontamentos.

Por curiosidade, sabiam que além da mulher só os golfinhos-fêmeas é que têm a menopausa? Todos os outros mamíferos menstruam e são férteis até morrer.

Para prevenir os sintomas associados com a cessação da menstruação, todas nós podemos começar por comer  no mínimo três vezes por semana vegetais crucíferos principalmente os brócolos. Isso porque contêm fitoestrógeneos, hormonas vegetais, assim como manganês, que além de ser antioxidante e combater as inflamações, agem no controlo dos afrontamentos, típicos na menopausa.

Remedio para Afrontamentos
Este remedio é japonês, foi ensinado pelo pai da Macrobiotica - Michio Kuchi - ao qual chamou caldo de verduras doces ou caldo de verduras redondas.


 Ingredientes:
0,5L de Agua
1 taça de Cenoura cortada - no meu caso cortei 2 pequeninas.
1 taça de Cebola cortada - cortei 1 cebola
1 taça de Abobora / Nabo/ Rabano - usei nabo, mas podia usar um (unicamente) dos outros.
1 taça de Repolho cortado.

Colocar numa panela com a água, e deixar ferver em lume brando por 20 minutos.

Filtrar.

Deve ser feito de manhã, e beber-se durante o dia, longe das refeições.
Michio recomenda a sua toma principalmente  entre as 10H e as 11H e depois à tarde entre as 17,30H e as 18:30H. São horas propicias haver uma descida de açúcar no sangue e de se produzir mais afrontamentos.

Parece mentira, como é que uma "mesinha" alimentar tão insignificante pode ter um efeito tão maravilhoso nos afrontamentos da menopausa.

Outro remedio, e Europeu, é a decocção de um ramo de aipo, com 1 limão cortado em gomos e com casca, e um ramo de salsa. Ferver lentamente por 20 minutos. Filtrar.
Beber este liquido durante o dia, no lugar de água.
Esta mesinha ajudava as nossas antepassadas, porque não ajudar hoje? Só precisa de experimentar.

Diabéticos tipo 2 podem morrer se tomarem Insulina

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"A revista médica The Journal of Clinical Endocrinology & Metabolism, apresentou na sua edição de Janeiro um estudo, no qual revelam que há um risco acrescido de morte nos diabéticos tipo 2 que tomam insulina, quando comparados com os que tomam outras medicações, nomeadamente a Metformina.

Este risco foi quantificado em 43,6% nos casos de terapia com vários fármacos e de 80% no caso de tomarem unicamente insulina.

A terapia feita com insulina associa-se a um aumento de risco de doença cardiovascular da ordem dos 73,6%.
Espantado?
Absolutamente nada.

Há muito tempo que venho dizendo e escrevendo isto, embora pareça pregar no deserto!"
Quem se sente a pregar no deserto é o Dr. Luís Romariz, médico, que nos ultimos tempos tem-se dedicado à Medicina Anti-envelhecimento.
Continua assim:

"Falemos então com clareza.
A diabetes tipo 2, ao contrario da tipo 1, carateriza-se entre outras coisas por haver um excesso de insulina.
A célula humana, numa atitude de auto-sobrevivência, rejeita a entrada de "alimento" quando está sobrecarregada dele.
O pâncreas, numa tentativa de forçar a entrada da glicose na célula (pois é perigoso o seu aumento no sangue) produz mais insulina ( comando para armazenar alimento).
Na diabetes tipo 2, a célula, por sua vez responde menos a este comando, naquilo que se convencionou chamar insulino-resistência.

Desta forma a insulina aumenta imenso na corrente sanguínea, com todos os malefícios que daí advêm.
Apenas nos casos de comprovada falta de produção de insulina, se deve iniciar esta terapia.

Não entender isto, é nunca conseguir tratar decentemente um diabético.
A pedra de toque da terapia passa quer pela diminuição na ingestão de açúcar (hidratos de carbono), quer pelo gasto do açúcar e triglicéridos armazenados na célula.
Depois podemos lançar mão a fármacos eficazes como a Metformina ou as Incretinas.
Tudo o resto só piora a situação do diabético e faz com que se aproxime do fim."

segunda-feira, 18 de fevereiro de 2013

Como se forma o Cancro? Como tratar o Cancro? Que protocolo seguir? Respostas a isto são dadas pelo Ex- Oncólogo Alberto Bosch

Oncólogo Alberto Bosch

O Dr. Alberto Marti Bosch, foi pediatra oncólogo durante algum tempo, mas um dia chegou á conclusão de que o melhor a fazer perante uma doença é ajudar o organismo a fazer frente ao problema, fortificando o sistema imunitário, levando o corpo a um estado de equilíbrio e harmonia mediante uma desintoxicação profunda e uma adequada nutrição.

Apesar de não renunciar, quando entende que é preciso, a combater os tumores que crescem e põem em perigo a vida, como no caso em que impedem o bom funcionamento de um órgão.


- Diga-nos Doutor, como é possível passar da oncologia pediátrica á prática de medicina natural tendo em contas as enormes diferenças que ambas mantêm sobre a abordagem do cancro?
 - Eu estudei e trabalhei em medicina académica, mas a medicina que pratico hoje, é tão académica como a outra, simplesmente não me foi ensinada na faculdade. E não me ensinaram, porque preferiram ignora-la, mas ela existe e por isso eu pude aprende-la.


O que o fez passar de uma medicina a outra?
Quando, diariamente numa sala de hospital, vês crianças tratadas com quimioterapia, a vomitar a pedir-te aos gritos que não lhe dês quimioterapia, pois sabem o que vão sentir depois, e te imploram “por favor, Alberto, não me faças isto”, chega uma hora que te perguntas, “ o que estou eu a fazer com esta criança?”

 Se a tua intenção é a melhor, se queres ajudar uma criança a superar uma leucemia, um linfoma, um sarcoma, mas te dás conta que estás-lhe a impor um sofrimento enorme, começas a buscar a melhor maneira de o conseguir, fazendo com que essa criança sofra menos, obtendo o máximo benefício possível do tratamento que se está aplicar.

Isto foi o que me levou a indagar os campos da Medicina Natural, saber de que maneira podia ajudar um paciente oncológico a melhorar.

 - O sofrimento dessas crianças era compensado com resultados positivos?

- Os resultados que obtínhamos eram muito desalentadores. Estou a falar de à 30 anos atras, no inicio da minha carreira. O indicie de mortalidade e o índice de sofrimento do paciente submetido a tratamentos de quimioterapia eram elevados. Todos os membros da equipa tinham crises pessoais, via as pessoas que trabalhavam comigo, médicos, enfermeiras, auxiliares…, a ficarem deprimidas.

Dizia para mim mesmo, que devia encontrar algo novo.
Esta inquietação me levou a avançar.

- E isso é o que tem feito ao longo destas duas décadas, em que tem desenvolvido uma proposta de tratamento holístico, integral, e como sabemos, principalmente no último ano, tem conseguido bons resultados.
- Eu digo sempre: eu não curo ninguém.
O que faço é dar ao paciente um guia que o ajude a levar a bom porto. E o que de início foi um mero projeto dedicado a ajudar o paciente a tolerar a quimioterapia, terminou a avançar para uma via que provoca a apoptose celular e consegue fazer com que a célula cancerosa morra por si mesma.
 É cada vez mais frequente os pacientes a alcançar resultados surpreendentes, pacientes com doenças oncológicas que como dizem meus colegas convencionais para justificar os resultados “remissão espontânea”. E assim eu, ironicamente, lhes digo que sim, que espontaneamente…mas com muito trabalho. A Deus rogando e com o malho dando. Porque falamos de doentes muito disciplinados, muito motivados e mentalizados que vão seguir em frente.

O caso que apresentei no passado 1 de Novembro, no III Congresso Internacional sobre Tratamentos Complementários e Alternativos no Cancro que se celebrou em Madrid através da World Association For Cancer research (WACR) e a Dyscovery DSALUD, é o caso mais recente e espetacular, mas tenho tido outros.
No entanto, não podemos falar de cura porque estamos na fase inicial e temos de verificar por 10 anos, sem haver recaída, para ser considerada curada.
Mas…tenho bem claro que o cancro deve ser tratado de forma Holística.

-Pois esse caso foi especialmente significativo e teve impacto sobre o público. Podia resumi-lo para nossos leitores?
- Bem… é o caso de uma mulher de 31 anos, que me veio consultar, depois de ter dado à luz. Tinham-lhe detetado um tumor cerebral na sua 34ª semana de gravidez. Fizeram-lhe uma cesariana. Depois uma cirurgia para tirar o tumor, que estava situado na zona parietal direita.
Posteriormente ao fazer uma revisão geral, detetaram-lhe metáteses pulmonares, hepáticas, ósseas e musculares, assim como toda a cadeia ganglionar tanto torácica como abdominal. Ou seja estava “invadida”.
A equipa medica, e a meu ver com um bom critério, decidiu não lhe aplicar quimioterapia, nem radioterapia, porque o sofrimento que iriam provocar não justificava o possível benefício.
E foi nestas condições que chegou à minha consulta.

Tinham-lhe dado uma esperança de vida de dois meses.
Obviamente que o meu primeiro pensamento foi o de tentar proporcionar-lhe a melhor qualidade de vida, durante o máximo de tempo possível.
Mas não deixei de tentar algo mais.
Sugeri-lhe alguns tratamentos paliativos, mas paralelamente tratamentos terapêuticos que sabia que podiam ajudar as lesões tumorais a regredirem.
Segui os protocolos de Medicina Biológica que tenho desenvolvido, como a dieta de desintoxicação e alcalinização assim como um tratamento ortomolecular.
Potencializei suas defesas com Renoven – antigo Bio-Bac – e segui os protocolos dos Doutores Banerji (homeopatia).
E… surpresa!

Após dois meses e meio de tratamento os resíduos tumorais cerebrais posteriores à cirurgia tinham desaparecido assim como as metástases pulmonares e hepáticas, as lesões ósseas e musculares apresentavam uma remissão de 50%.
Obviamente que sua qualidade de vida melhorou muito, assim como a sua esperança.
 E tudo isto em tão pouco tempo e com um simples tratamento de Medicina Natural.

É verdade que se trata de um caso surpreendente, mas também se trata de alguém que não foi submetida nem a quimioterapia nem a radioterapia, não vinha com o organismo envenenado ou queimado.
O problema é que nos dias de hoje este tipo de paciente é pouco habitual.
Cada vez atendemos mais pessoas que têm feito o “pacote” completo – cirurgia, radio e quimioterapia – e vem como que deitadas ao rio. Chegam desanimadas.
E claro, vêm cheios de dúvidas, como pode a Medicina Natural fazer alguma coisa com eles, se a medicina convencional na qual acreditam não fez? Quase todos chegam perdidos.

 - Quais são as bases do seu protocolo?
- Aos médicos oncólogos é ensinado a tratar o cancro com uma medicina centrada em destruir as células tumorais no lugar de tentar restaurar a harmonia metabólica que terá sido destruída e que permitiu o desenvolvimento do tumor.
É preciso entender que se alterarmos o “terreno” é possível reverter a evolução das células tumorais ou provocar o seu suicídio ou apoptose. Na medicina convencional, quando aparece um tumor, a primeira coisa que fazem é “cortar-lhe a cabeça”, ou seja fazer cirurgia.
No caso de não se poder fazer, usa-se radioterapia, ou seja queimar o tumor “enviá-lo á fogueira”. Outra opção é a quimioterapia ou seja “envenena-lo”.
Também é dito ao doente que se estes “tratamentos” falharem não existe mais nada a fazer.
O oncólogo moderno acha que pode “cortar, queimar ou envenenar”, ações próprias do seculo XII e não de um sofisticado seculo XXI.
É realmente patético.

É verdade que às vezes há necessidade de eliminar o tumor (fazer cirurgia) porque o seu crescimento põe em risco o funcionamento de um órgão vital, mas neste caso o inteligente é seguir um quarta opção igualmente bélica, e como temos estado a compar, também a podíamos encontrar no seculo XII, mas que é muito menos agressiva.
O que é que se fazia na antiguidade quando queríamos conquistar uma cidade que era difícil de ganhar com batalhas? Cortávamos as rotas de abastecimento à cidade, deixando-a sem agua e sem comida.
Depois era sentar e esperar.
Acredito poder fazer o mesmo com o cancro.
Temos de entender as condições de sobrevivência da célula tumoral frente à célula saudável.

Hoje sabemos que a célula saudável vive num meio alcalino rico em oxigénio, usa muito pouco sódio para viver e utiliza proteínas levogiras.
Pelo contrário o paciente que desenvolve um processo oncológico entra em acidose metabólica – ou seja, o terreno acidifica-se – e passa a existir escassez de oxigénio a isto se chama hipoxia – o que obriga as células saudáveis a mutarem, se não querem morrer.
As células saudáveis conseguem sua energia através de oxidação, ou seja graças ao oxigénio criam a Adenosina Trifosfato (ATP) – que é uma molécula base da energia celular.
Mas, quando o terreno se acidifica e o oxigénio escasseia, só têm uma alternativa se não querem morrer: encontrar outra maneira de obter energia. Essa possibilidade existe e é explicada no chamado Ciclo de Krebs.
Em vez de consumir oxigénio o corpo utiliza ácido pirúvico mediante um fenómeno conhecido como glicolisis que permite obter moléculas de ATP, mas criando um resíduo de ácido láctico e álcool.
Trata-se assim de uma forma anaeróbica – sem ar – para sobreviver. Isto é, a célula saudável aeróbica que vive em terreno alcalino torna-se anaeróbica, mas à sua volta o meio é ácido, e a célula para poder viver neste ambiente ácido, alcaliniza o seu núcleo, seu citoplasma, e o preenche de sódio. Assim utiliza para se alimentar proteínas dextrogiras no lugar de levogiras, já que as mesmas vivem em ambientes ácidos.

Em resumo, todo o tumor vive num meio ácido, pobre em oxigénio, carregado de sódio, alimentando-se de proteínas dextrogiras.
Logo se o queremos neutralizar sem o atacar, que podemos fazer?
Em primeiro lugar, o paciente precisa de desacidificar o terreno – o seu corpo, torna-lo alcalino.
Para isso temos de limpar os ácidos que se foram acumulando no organismo.
A chave para este processo é a alimentação – há que eliminar da dieta tudo o que acidifica e isso inclui o álcool, o café, o tabaco, o açúcar, os lácteos, os hidratos de carbono, a carne vermelha e tomar periodicamente banhos de água quente com sal marinho.
Em segundo lugar deve seguir uma dieta hiposódica, quer dizer baixa em sódio ou sal.
Em terceiro, é necessário dar ao corpo enzimas proteoliticas de ação seletiva, enzimas com capacidade para eliminar as proteínas dextrogiras deixando intatas as levogiras.

E aqui há que recordar o extraordinário trabalho do Dr. Fernando Chacón, criador do BIA-BAC. Produto que faz exatamente isso.
Se eliminamos as proteínas dextrogiras deixamos as células tumorais sem comida, fazemos uma dieta hiposódica – e sem sódio as células cancerosas não conseguem manter a estabilidade da membrana e do citoplasma – e reduzimos o nível de toxicidade através da desintoxicação, o meio interno fica mais alcalino e rico em oxigénio.
E o oxigénio é toxico para a célula tumoral anaeróbica.

Definitivamente podemos dizer que basta mudar o terreno para que as células cancerosas morram, porque estas não sobrevivem em terrenos alcalinos oxigenados. São cada vez mais abundantes os casos de remissões nos doentes oncológicos que seguem este protocolo.

- A dieta é o primeiro elemento chave nesta estratégia de cura?
-Sempre nos têm aconselhado a não comer carne, e muitas tradições falam da prática do jejum – pelo menos 1 dia por semana – mas ninguém nos tinha explicado claramente o porquê.

Sem duvida, já Galeno tinha entendido a necessidade de depurar o corpo, tanto através do jejum, como seguindo dietas vegetarianas.
As curas à base de limão, cebolas, uvas vêm da época dos romanos.
Como 90 – 95% das frutas e verduras são basicamente agua, quem se alimenta um tempo só com elas limpa os órgãos encarregados de filtrar o sangue e os resíduos metabólicos tóxicos, quer dizer, os pulmões, os rins e o fígado. Filtros que quando obstruídos levam o organismo a intoxicar-se e a acidificar-se.

A todo o mundo se explica que quando o filtro do carro está sujo, há que muda-lo, mas a ninguém se diz que quando os filtros do corpo estão sujos há que limpa-los. Pois bem, jejuar ou fazer uma dieta vegetariana durante certo tempo ajuda a limpar os filtros e a manter o organismo num PH alcalino.
Obviamente se junto com a dieta se ingerir determinadas plantas, especificas para cada órgão – ajudamos na limpeza.
Há plantas que limpam os pulmões (tomilho, verbasco), plantas que limpam o fígado (alcachofra, cardo mariano, dente-de-leão, boldo, desmodium), e plantas que limpam o rim (chá verde, cavalinha, arenaria).
Em poucas palavras, podemos dizer que eliminamos ácidos através do fígado, dos pulmões e dos rins, assim como através da pele com banhos de água quente com sal marinho por osmose. E conseguimos a tão desejada alcalinização.


- Sugere a todos os seus pacientes que eliminem a carne das suas dietas?
- Nós sugerimos uma dieta ovo-lacto-vegetariana, onde se come legumes, ovos, e algum queijo, assim a pessoa se encontra mais equilibrada, mas a ideia segue de reduzir cada vez mais as proteínas.
A OMS indicou em 1985 que a dieta ideal era consumir 85% de proteínas vegetais e só 15% de origem animal.
E nós nos dias de hoje, estamos a comer proteínas de origem animal muito acima destes valores.

Muita gente ignora que uma dieta excessivamente proteica acidifica.
 O poder de ter uma boa digestão está no fígado, para isso ele precisa de cortisol – que só se encontra no sangue quando há sol, mas a maioria de nós janta quando este já se pôs, ou seja quando o nível de cortisol é muito pobre, mas continuamos a comer, fazer grandes jantares.
Para remediar, o fígado recebe da glândula supra-renal uma hormona alternativa – a adrenalina - a hormona do stress – pois esta está disponível 24 horas.
É normal que ao deitar sinta o coração acelerado.

Além disso, há que ter em conta os ritmos circadianos: de dia o fígado se encarrega de assimilar as proteínas que ingerimos, mas de noite sua função é basicamente de drenar a bílis.
E o cortisol é o elemento que determina a inversão de trabalho, para que o fígado passe de um órgão assimilador para um órgão drenador.
Assim se stressamos o fígado todos os dias fazendo-o assimilar quando deveria estar a drenar, este não vai eliminar adequadamente os resíduos metabólicos.
Por isso digo sempre aos meus doentes: o problema com a alimentação não está normalmente no que comemos, mas nos resíduos que deixamos ao não eliminar.
Quando o corpo não pode eliminar as toxinas e as vai retendo, vamos nos autointoxicando, acidificando, enchendo com ácidos o terreno, abrindo caminho para um problema tumoral.
O segundo pilar do meu protocolo de desintoxicação e alcalinização são os banhos quentes com sal marinho.

- Acredita que tem mudado a mentalidade dos Oncólogos a respeito da Medicina Natural nos últimos anos?
- Pouco a pouco…mas sim.
Posso dizer que há bastantes oncólogos e radiólogos de vários lugares de Espanha que me enviam pacientes para que os desintoxique, porque reconhecem abertamente que fazendo isso, eles melhoram.
 No entanto fazem-no pedindo em boca pequena “olha Alberto, que isto fique entre nós”.
Mas a abertura é cada vez maior.
Claro que existe um rum-rum entre os pacientes nas salas de espera sobre a eficácia do que fazemos e no final tudo se sabe.
Quem nos manda mais pacientes são os enfermeiros, porque são eles que têm contato direto com os pacientes.
É certo que cada vez mais médicos entendem que a Medicina biológica ou Naturista não é uma “Medicina Complementaria” nem uma “Medicina de Confrontação”.
É simplesmente Medicina.

Segue o vídeo onde o Dr Alberto fala sobre o escrito acima:




Fonte: WWW.Dsalud.com

domingo, 17 de fevereiro de 2013

Limão é Saúde - os Conceitos e a Terapia



O texto abaixo foi copiado do site Doce Limão, cuja autora é Conceição Trucom, química, cientista, palestrante e escritora sobre temas voltados para alimentação natural, bem-estar e qualidade de Vida.

"Desintoxicação é para mim um "estilo de vida".
Nada mais displicente para com a nossa vida como se permitir ser um acúmulo de toxinas ambulante. A intoxicação, além de ser o primeiro estágio das doenças, é a condição nefasta dos desequilíbrios emocionais, mentais e espirituais.
E, para estarmos intoxicados, não precisamos fazer muito já que água, céu e solo andam bastante poluídos e vazios de nutrientes. As pessoas e ambientes que nos cercam mais nos roubam que doam sustentação.
Nossa alimentação tem estado mais para nos adoecer que nos vitalizar... 
Portanto, nada de esperar a doença chegar (seja ela qual for) para ver o que vai dar.
Nada de passar a vida passeando nas farmácias, médicos e hospitais.
Nada de gastar dinheiro com remédios.
É chegada a hora de prevenir tudo isso, fortalecendo o sistema imunológico de todo mundo. 
Para tanto a dica do Doce Limão é DESINTOXICAR-SE. E a Terapia Intensiva do Limão é uma forma de COMEÇAR.
Medicina preventiva é a melhor de todas: ECOMEDICINA...

Como? 
Com a prática da Terapia do Limão, ou Citroterapia, que pode ser Intensiva: de 19 dias, ou Leve: de 5, 7, 9 ou 11 dias.
A melhor medicina é a preventiva, baseada numa alimentação saudável, com os sucos desintoxicantes diários, os leites de sementes nos lanches e a Citroterapia, que sugiro ser ideal para evitar quadros de doenças respiratórias e contagiosas.

As formas responsáveis de praticar a Terapia do Limão
O limão é incomparável. Segundo os hindus (Medicina Ayurvédica), é o fruto mais fantástico da humanidade.
Seu potencial de alcalinizar o sangue, e demais líquidos corporais, acontece imediatamente após sua ingestão, quando seus citratos agem como um ativo neutralizante da acidez interna, tão comum quando a alimentação e os hábitos diários de vida não são saudáveis.
O consumo diário e regular do limão é profilático e um verdadeiro elixir da vida. Hoje em dia, fala-se e consome-se muitos complementos contendo sais minerais e vitaminas, para suprir as deficiências alimentares. São fórmulas industrializadas, obtidas por misturas sintéticas de vários componentes, em proporções sugeridas por cientistas e profissionais da saúde.
Entretanto, existe enorme diferença de absorção e resultados entre o consumo do alimento fresco, natural e integral versus esses suplementos artificiais.
É fato que um comprimido efervescente de 500 mg de vitamina C não substitui jamais o consumo de 2 limões diários, pois junto à vitamina C totalmente ativa (viva) do limão, existem os seus demais constituintes, que funcionam de forma integrada, alquímica no seu aproveitamento e benefícios ao organismo.
Uma alimentação repetidamente inadequada desenvolve um sangue continuamente ácido, condição ideal para o desenvolvimento de muitas enfermidades e suas manifestações, entre elas as doenças cardiovasculares, artríticas, diabetes e as derivadas de um sistema imunológico fragilizado.

Assim, para prevenir que o organismo chegue à doença, ou mesmo tratar a doença, é necessário fazer uso diário de alimentos que alcalinizem o sangue, favorecendo o equilíbrio metabólico e a eliminação dos seus resíduos tóxicos.
Quando isso não acontece, tais resíduos permanecem por tempo demasiado no organismo, ocasionando agravos patológicos, funcionando ainda como verdadeiros escudos, ao dificultarem o sucesso dos tratamentos convencionais de cura e das terapias naturais complementares.

Dificuldades de saúde podem ser tratadas com o consumo integrado e regular do limão. No entanto, o uso intensivo é especialmente indicado no fortalecimento do sistema imunológico, respiratório e cardiovascular, oferecendo assim proteção contra diversas doenças.

A Terapia Intensiva do Limão (TIL) 
O tratamento mais conhecido e divulgado na literatura sobre o limão é a TIL de 19 dias, que começa pela ingestão do suco fresco de um limão no primeiro dia e continua com o aumento da dose diária em 1 limão, ao longo de dez dias sucessivos, até perfazer o total de 10 limões no décimo dia. No décimo primeiro dia, decrescem as doses em igual proporção, reduzindo 1 limão a cada dia, até que no décimo nono dia a ingestão é o suco fresco de apenas 1 limão.
No total desses 19 dias de tratamento serão consumidos 100 limões. Por esse motivo, há que se ter absoluto cuidado com a perfeita higiene e a maturidade dos limões, além de garantir a forma segura de manuseio e toma. Conheça tais cuidados ao longo deste texto.

O mágico deste tratamento, que foi criado para tratar pessoas com ácido úrico e artrite, é a cumplicidade para fortalecer o organismo.
Os antibióticos vão deprimindo o sistema imunológico, pois fazem pelo organismo o que ele mesmo deveria fazer.
Já a TIL - que é preventiva - vai do primeiro ao décimo dia, limpando e alcalinizando o organismo. Ou seja, vai arrumando a casa. Colocando tudo nos seus lugares. Depois do dia 11 ao 19, esta terapia vai permitindo e lembrando ao organismo da sua função autônoma. Ou seja: é o organismo sano que irá lidar com todos os desafios da vida. 


1º Dia - Sumo 1 Limão
2º Dia - Sumo 2 Limões
3º Dia - Sumo 3 Limões
4º Dia - Sumo 4 Limões
5º Dia - Sumo 5 Limões
6º Dia - Sumo 6 Limões
7º Dia - Sumo 7 Limões
8º Dia - Sumo 8 Limões
9º Dia - Sumo 9 Limões
10º Dia - Sumo 10 Limões
11º Dia - Sumo 9 Limões
12º Dia - Sumo 8 Limões
13º Dia - Sumo 7 Limões
14º Dia - Sumo 6 Limões
15º Dia - Sumo 5 Limões
16º Dia - Sumo 4 Limões
17º Dia - Sumo 3 Limões
18º Dia - Sumo 2 Limões
19º Dia - Sumo 1 Limão

Naqueles dias quando são muitos os limões, e o volume de suco é elevado, o ideal continua sendo a ingestão em apenas uma toma em jejum, 30 minutos antes da refeição matinal.  Mas, é possível optar por 2-3 tomas distribuídas ao longo do dia.
Um exemplo: no décimo dia, será tomado o suco de 10 limões. Assim, tomar o suco de 4 limões em jejum, 30 minutos antes da refeição matinal; 3 limões, 30 minutos antes do almoço; e os últimos 3 limões, igualmente antes do jantar.

Reações da desintoxicação
Não pense que este tratamento deve ser praticado igualmente para todos os casos e por todas as pessoas. Ao contrário, existem exceções (inadequações) e a possibilidade de serem feitas adaptações, conforme as condições e sensações corporais de cada pessoa. Observe que podem ocorrer situações como as descritas a seguir.
A pessoa está por demais intoxicada e logo no começo do tratamento sente mal-estar, como acidez, náuseas, dor de cabeça, diarreia ou indisposição geral. Neste caso, o indicado é respeitar o corpo; e repetir a quantidade de limões do dia anterior e observar. Caso os sintomas aliviem um pouco, seguir em frente na sequência prescrita pela Terapia Intensiva. Caso permaneçam os fortes sintomas, repetir por mais 1 dia a mesma dosagem de limões e observar as reações do corpo. Se ainda assim permanecer uma sintomatologia de elevado incômodo, interromper o tratamento e recomeçar na semana seguinte do ponto zero.
Aproveitar esta semana de intervalo para alimentar-se de forma mais leve e natural, ingerindo mais frutas, brotos, folhas, sementes germinadas e cereais integrais.

A Terapia Leve do Limão
Este procedimento é indicado para quem nunca praticou a TIL, pessoas muito fragilizadas por uma doença grave ou crônica e também para pessoas com mais de 50 anos, quando existe grande possibilidade de elevado nível de intoxicação e acidez no sangue.
Trata-se de uma terapia de adaptação ao tratamento intensivo, que pode também ser planejada sempre que necessária uma limpeza mais rápida e superficial do organismo.
A Terapia Leve pode ser de 5, 7, 9 ou 11 dias. Um exemplo é a Terapia Leve de 5 dias. Iniciar com o consumo de 1 limão, no segundo dia são 2 limões, e no terceiro dia são 3 limões. No quarto dia reduzir para 2 limões e, finalmente, 1 limão no quinto dia. Totalizando 9 limões.
O interessante da prática da Terapia Leve é que esse tratamento breve pode ser repetido na sequência e se transformar em 10, 15 ou 20 dias. Por exemplo, se a terapia de 5 dias for repetida sucessivamente por 4 vezes, se tornará uma terapia de 20 dias, com o diferencial de ser bem mais leve que a Terapia Intensiva de 19 dias (100 limões). Na Terapia Leve de 5 dias são 9 limões, e com a repetição de 4 séries são consumidos apenas 36 limões.

Qual limão usar e como comprar?
Todos os limões e suas variedades podem ser usados nesta terapia. Principalmente os do quintal e de cultura orgânica. O limão precisa estar maduro e fresco, ser de safra, da estação. Cada cidade, região ou país tem suas variedades, meses de safra e oferta. O melhor lugar para ter essa informação é no mercado central de sua cidade.
Evitar limões que não estão bem maduros, porque podem causar alergias. Evitar limões maduros demais que já não são tão terapêuticos.

Limões maduros apresentam suculência, casca brilhante, fina e macia, além do cabinho (a estrela que o prendia à árvore) que se solta com um leve toque. Maduro porque não se deve usar um remédio que ainda não está pronto ou com a validade vencida, certo?
Para a Terapia Intensiva ou Leve, recomendo calcular e comprar limão maduro a cada 5-7 dias. O fruto deve ser idealmente de tamanho médio, que gera cerca de 30 ml (2 colheres de sopa) de suco/fruta. Caso sejam de tamanho maior ou menor, usar como medida a colher de sopa.
Armazenar os limões numa fruteira.
 Não os colocar na geladeira, onde perderão seu frescor.

Quando praticar e qual a frequência?
Isso é muito relativo, porque depende de que doença(s) a pessoa está querendo tratar, da sua receptividade ao tratamento, se é um tratamento preventivo ou de cura.
De qualquer forma, quando falamos da Terapia Intensiva de 19 dias, considero prudente um intervalo de 3 meses (mínimo) ou na entrada de cada estação do ano. Assim, inicia-se cada ciclo da natureza com o organismo limpo, alcalinizado, mineralizado e fortalecido (turbinado).
Durante a Terapia Intensiva é opcional o consumo do Suco de Luz do Sol (suco verde) ou Vitamina da Lua (leite de linhaça) no intervalo das principais refeições.
Porém, recomendo que, nos intervalos da Terapia Intensiva, se torne um hábito o consumo diário de 1 a 3 limões no preparo desses sucos desintoxicantes.

Como preparar o suco fresco?
O espremedor manual ou elétrico de limões é o mais prático e rápido. Mas, qualquer que seja a forma escolhida, o suco deve ser servido imediatamente após o seu preparo: fresco.
Para fazer uso dos benefícios dos ativos presentes na casca do limão, o primeiro limão (somente 1/dia) pode ser passado inteiro (polpa + casca) pela centrífuga ou liquidificador. Porém, dos demais, será somente o suco.

Posso diluir o suco?
Não. Este tratamento está baseado no consumo do suco puro dos limões. Acrescentar água irá diluir o efeito desejado de limpeza, cicatrização, alcalinização e harmonização metabólica. O que costumo sugerir, para aqueles que resistem, é acrescentar 2 colheres (sopa) de: a) suco natural de uva concentrado (caseiro ou orgânico isento de aditivos e açúcar).
A uva também é um alimento de elevado poder alcalinizante e desintoxicante ou ; b) água de coco-verde.
Entretanto, mesmo usando esse recurso da diluição mínima, pode acontecer dificuldade na toma diária. Essa possibilidade poderá ser muito reduzida, se o suco for tomado com canudinho.
Neste caso, há que se respeitar a dificuldade da pessoa e usar esse mesmo recurso através de um outro alimento desintoxicante e alcalinizante como a uva, usando a mesma tabela e volumes. Assim, passa a ser Terapia Intensiva da Uva. O complicante, no Brasil , é que as uvas são caras, sazonais e muito contaminadas por agro-tóxicos ( também em Portugal, recomendo o suco de uva na época delas). A opção orgânica é rara e muito cara.
Outra opção é o consumo diário do Suco de Luz do Sol. Diferente do tratamento leve ou intensivo, o uso diário e contínuo desses sucos desintoxicantes será um tratamento mais sutil e suave, porém também de elevado poder terapêutico e preventivo.

Atenção: Não adoce o suco do limão com açúcar (seja branco, cristal, mascavo ou demerara) ou qualquer adoçante. Pois são substâncias que acidificam e intoxicam o sangue. Algumas pessoas usam 1 colher (chá) de mel, mas não recomendo.

Cuidados importantes
1) Existem casos de enfermos, por longo tempo artríticos, cheios de resíduos protéicos, portanto, com poucas reservas alcalinizantes. A quebra desses resíduos proteicos gera muitas substâncias ácidas e consequente falta de bases, carência esta que vai acumulando-se até provocar sérias acidoses ou acidemias proteicas. Em tais casos, a TIL pode ser contraindicada.

Todavia, em tais circunstâncias especiais, experimentamos aplicar limão juntamente com um caldo alcalinizante, acrescentando ao suco do limão elementos basificantes.
O caldo basificante pode preparar-se mediante a decocção de aipo, cebola, alface etc., sendo que o uso de várias hortaliças juntas dá ainda melhores resultados. Toda vez que se toma esse caldo quente, adiciona-se suco de limão na quantidade que o caso requeira e a tolerância orgânica permita, tendo-se em mente que, ao aumentar a dose de limão, deve-se aumentar também a quantidade e concentração deste caldo. Desse modo, não há sobrecarga de acidose no sangue. (Dr. José Castro)

Pessoas que fazem uso de medicamentos para tratar problemas da tireoide deverão tomar seu medicamento em jejum, aguardar o tempo indicado pelo médico ou bula e só depois iniciar a terapia com os limões."